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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Guarequeçaba - Superagüi - o paraíso mora ao lado...

O paraíso mora ao lado e a gente aproveita tão pouco! Agora na Páscoa fomos a Guaraqueçaba, com o intuito de pedalar pela praia deserta, de cabo a rabo...
Bom, pedalamos, mas não de cabo a rabo, eis que tinhamos somente dois dias para Guaraqueçaba e Superagüi.
De Curitiba a Guaraqueçaba de carro é um pouco árduo, pode reserva no mínimo 5 (cinco) horas pra chegar, se fizer todo o trajeto de carro. Pode optar por algo mais confortável, como ir até Paranaguá e pegar uma voadeira de 30 a 40 minutos para a Cidade. Lá é tudo muito pertinho, e qualquer caminhada lhe fará bem. Ao chegarmos lá, fomos encontar uma pousada para dormir, eis que só iriamos pegar um barco pela manhã para Superagüi com as bikes. Como era feriado, as mais requisitadas estavam cheias, mas conseguimos dormir numa pousadinha mais simples. Há vários lugares para pouso por lá, a mais estilosinha é a Pousada Bambuza (preços entre R$ 150 e 180,00), mas se quiser gastar bem menos, obviamente em lugar mais simples mas aceitável pode ficar na Flor da Serra (preços entre R$ 50 e 60), ou também na Pousada dos Pinheiros (preços entre R$ 75 e R$ 100,00). Guaraqueçaba é um lugar especial, você vai chegar no deck no centro da cidade, onde há vários restaurantes, e um local do Município onde pode ter informações, inclusive o telefone dos barqueiros, porque os passeios pelas Ilhas são indispensáveis. Recentemente abriu um restaurante do lado esquerdo do deck, de quem olha quando está chegando na cidade do mar, chama Mata Atlantica, é simples, mas a comida estava simplesmente deliciosa. Ao final de uma tarde muito gostosa, com os golfinhos pulando na baía, comemos uma das melhores casquinhas de siri de todas (R$ 3,50) e depois uma porção de camarão ao bafo indescritível!
Acredite que também abriu um café ali no centrinho, que caso baixe uma vontade de um chá com pão de queijo, ou uma deliciosa tora de limão, tem!!!
No dia seguinte acordamos bem cedinho, para ir ao pier em frente aos posto de gasolina, onde lá pelas 7:30/8:00 se reunem os barqueiros, para negociarmos nossa ida a Superagüi.  Conseguimos  o transporte (ida e volta) de voadeira por R$ 100,00 o casal mais nossas bicicletas, os barcos de madeira pequenos são bem mais baratos, e há voadeiras que cobram mais caro, tem que negociar!!
Chegamos em Superagüi, botamos as rodas na areia, e a pedalar.. o lugar é muito bonito, e quanto mais se distancia da vila melhor vai ficando, como não tinhamos tanto tempo pedalamos um tempo pela praia, e voltamos pela trilha no mato, que é uma outra experiência bem legal.
Acabamos o dia novamente na praia, fazendo uma refeição no restaurante dos Golfinhos, que não tão especial quanto ao Mata Atlantica, mas pode-se comer peixe e camarão satisfatórios.
Para um passeio completo eu recomendaria o seguinte roteiro, ir a Guaraqueçaba via Paranaguá (de barco), passar uns dias por lá fazendo os passeios diversos oferecidos (Superagüi é só uma das ilhas, há vários outros lugares), voltar por terra a Morretes, passar um ou dois dias por lá, conhecendo a cidade e Antonina, e voltar de trem a Curitiba, dai sim, o passeio estaria completo! Há várias operadoras que fazem os transportes.Se quiserem montar o pacote, nos mandem um e-mail  que é parte de nossos serviços indicar e montar o que podem fazer por ali.

domingo, 13 de setembro de 2009

CABO VERDE - 3ª PARTE - SANTIAGO


A Ilha onde fica a capital de Cabo Verde, a cidade de Praia, é Santiago. Praia é a maior cidade de Cabo Verde, e na verdade a única que é realmente maiorzinha que uma vila. Há vários hotéis na cidade, inclusive um da rede Pestana. Nós ficamos no Hotel Pérola, que é quase ao lado da Embaixada do Brasil, que custa em torno de 70 euros e é bem satisfatório, fica numa região da cidade que chama Chã de Areia. Para conhecer a ilha é indispensável alugar um carro. No meio da Ilha, uma região de montanhas de um "look" vulcânico bem diferente, pontiagudas e nada uniformes, e na época das chuvas, que é a que fomos, bem verde, com plantações de mandioca, milho e feijão por toda parte. A cidade de Assomada fica no meio do caminho entre Praia e Tarrafal, um balneário, que tem a praia mais bonita da ilha. Em Tarrafal não há muitas opções boas de hospedagem, o hotel que disseram ser o melhorzinho, estava fechado quando fomos (isso que fomos em alta temporada pra eles...), então não espere muito conforto em Tarrafal, mas nem que seja para passar o dia (são umas duas horas de Praia).
A vista na chegada da ilha é linda , o mar, novamente, de um azul e transparência inigualáveis. A volta para Praia, fizemos pela estrada que contorna o litoral, e não pelas montanhas, a estrada é linda, de tirar o fôlego. Passa por toda costa recortada, com lindas vistas...
Em também aproximadamente duas horas se está de volta a Praia, logo, este passeio, embora nós tenhamos dormido em Tarrafal se pode fazer em uma dia só. Na ida pelas montanhas, há um parque, se chama Parque Natural da Serra Malagueta, que nós infelizmente não conseguimos conhecer, pois o tempo em nada ajudou, havia uma neblina que não deixava ver um palmo a frente do nariz. Voltando a Praia, visitamos também a cidade velha, que é a cidade colônia européia mais antiga na Àfrica, e que foi eleita patrimônio da humanidade pela Unesco, agora em julho de 2009, sendo então que o país tem 2 anos para fazer as recuperações devidas no local. Há um forte que já está restaurado, e nos demais monumentos ainda não há o início de qualquer projeto. A "Sidade Velha" é motivo de orgulho para os praienses, e realmente tem bastante charme, com potencial turístico a ser explorado!

domingo, 6 de setembro de 2009

CABO VERDE - 2ª PARTE - BOA VISTA


A Ilha de Boa Vista em Cabo Verde já é bem diferente de São Vicente, é uma ilha plana, com praias de areia branca, amarela e também de pequenas pedrinhas pretas vulcâncias que constrastam com mais azul dos mares.Como não somos fãs de resorts, não ficamos nem no Venta, nem no Riu, dois resorts italianos que estão situados na ilha. Ficamos no apartamento da Migrante Guest House, em Sal Rei mesmo, a vila principal da ilha. A guest house é de muito bom gosto, e fica bem localizada na pequena vila de Sal Rei. O apartamento fica na praça principal é é uma cobertura de onde se tem uma vista linda da ilha. A vantagem de estar no apartamento é que ele tem cozinha, sala, além de dois quartos, o que lhe deixará bastante a vontade. O café da manhã é servido na própria guest house, que fica a poucos passos do prédio do apartamento. A ilha é grande, e o melhor meio de transporte, sem dúvida é alugar um carro, o que novamente indicamos fazer com antecedência para não correr o risco de ficar sem. Não ceda a tentação de locar um quadriciclo, pois muito embora ele vá muito bem nos terrenos mais difíceis, o pó e o sol lhe farão sofrer muito. Opte por um 4x4 qualquer, que será o suficiente, e aliás, o preço de locação é o mesmo, em torno de 62 euros por dia. Em Boa Vista existem muuuitas praias paradisíacas e totalmente desertas, sendo que quando for para elas, lembre-se que à exceção de Estorial, que fica ao lado de Sal Rei, não vai encontrar bares, restaurantes ou qualquer estrutura sequer para comprar água mineral, então se organize para levar água e comida eventualmente, se pretende ficar mais. Ah, e também, não esqueça o guarda sol!
Dê carona aos locais, eis que a grande maioria das pessoas precisa se locomover e não há transporte coletivo freqüente, a experiência é ótima. A vila é pequeníssima, e não há qualquer tensão social, a única incomodação que você pode ter é um Senegalês tentar lhe vender a qualquer custo artesanato. Na ilha, além dos resorts, e deste Guest House, há apartamentos para alugar também no Casa Velha e no Ca'nicola, ambos de bastante bom gosto. Mas se quiser ficar mesmo no maior requinte e total isolamento, prepare o bolso, e fique no Spinguera, uma antiga vila de pescadores que foi transformada num pequeno hotel super exclusivo. A praia que é um pouco longe do estabalecimento do hotel, é a sua frente mas alguns 500 m.

Possui Bangalos com redes e sofás em frente ao mar a fim de propiciar aos hóspedes todo conforto ao descansar na praia. É REALMENTE UM LUXO A PARTE!
Essa é a visualização do restaurante do Spinguera, de onde se vê o mar azul lá trás chamando para um mergulho... Na próxima postagem mais lugares e praias de Boa Vista!

Cabo Verde - mistura de áfrica, caribe e Brasil no meio do Atlântico




Estivemos em Cabo Verde, um arquipélago país no meio do oceano Atlântico, antiga colônia portuguesa, onde se fala o português e o creole (um português meio africanizado e simplificado). É muito difícil escolher a quais ilhas ir, (fomos a São Vicente, Boa Vista e Santiago) e deixamos de conhecer duas que tínhamos planejado (Santo Antão e Fogo) que achamos que poderiamos fazer de barco entre uma e outra, o que acabou sendo impossível, não porque não existam barcos entres as ilhas,mas porque, é inviável saber horários e dias certos de partida e volta, e quando você tem um esquema já todo agendado e necessita destas informações fica muito difícil arriscar.Do Brasil se sai de Fortaleza (3h e meia de vôo), com a TACV (transportes aéreos Cabo Verde) e aí começam já as dificuldades da falta de estrutura e organização que prejudicam que o turismo traga desenvolvimento a este lindo país. Só se consegue comprar passagens ligando para a companhia áerea, e descobrir o telefone certo já é uma saga, por isso lhes passo aqui, pra evitarem a saga, e tomara que não mude tão cedo (85 33921354). Após o contato telefônico, poderão iniciar contatos por e-mails com a Paula, que é que gerencia as vendas de passagens, os vôos são semanais (saem a 01:30 nas segundas e retornam nos domingos as 21:15 horários de Cabo Verde), os pagamentos só podem ser a vista, em depósito em conta da própria companhia, o preço da passagem é em torno de 700-800 dólares. Podem também optar por tentar comprar por uma agência de viagens, contudo o preço será mais alto que direto com a TACV.Os vôos seguem direto para Ilha de Santiago, para capital do país, a cidade de Praia.
Nós optamos por não ficar em Praia, e fazer direto uma conexão(que sai somente no meio da tarde do dia em que se chega em Santiago) e seguir para a ILha de São Vicente, para antiga capital Mindello. Estas primeiras imagens são da IIlha de São Vicente. Ficamos em um hotelzinho em Calhau, uma vila perto de Mindelo, na praia em São Vicente de nome GOA, que pertence a um casal de franceses Raphaele e Stan, muito simpáticos e é o único hotel de "charme" eu diria na ilha. Eles não falam português, logo aprimore seu francês.. rsss Calhau é aproximadamente 30' de Mindelo, existe condução coletiva,que se chama iás, contudo, nossa recomendação é para que alugue um veículo, faça a reserva e etc. do Brasil, porque são poucos os veículos para alugar e assim corre -se o risco de ficar sem carro, caso não faça a reserva.
A ilha de São Vicente, conforme se vê é totalmente vulcânica, e árida, não possui fonte natural de água doce, então toda água
da ilha é desalinizada. O mar é transparente, a quantidade de fauna marítima enorme, o povo muitíssimo receptivo e simpático. A cidade de Mindelo é uma pequena vila com casinhas coloniais. Há restaurantes, hotéis e bares, mas muito difícil encontrar qualidade de comida mesmo. Há uma sorveteria, com sorvetes italianos e crepes de nutela. Não deixe de ir mergulhar nas encostas dos vulcões!

sábado, 29 de agosto de 2009

São Luiz - Fortaleza, uma delícia de viagem!


Agora em agosto, resolvemos fazer o trajeto São Luiz, no Maranhão, até Fortaleza. Isso incluia lençóis maranhaneses, Delta do Parnaíba e Jericoacora.
São Luiz está de dar dó, abandonadinha, e a cidade que declarada patrimônio universal poderia ser um sonho para o turismo. Sarney que nos desculpe, mas a cidade merece mais atenção!
Contratamos o pessoal da Natur Turismo, através do S. Olívio, e só tenho a elogiar, o serviço deles em nada nos deixou faltar. Eles nos organizaram todos os trajetos e passeios, seja de 4x4, buggy, barco, etc...
De São Luiz fomos a Barrerinhas, porta de entrada aos lençóis, de Barrerinhas Caburé, explorando o Delta do Parnaíba, e dai seguimos a Jericoacora.
De São Luiz Barrerinhas a viagem feita de carro normal mesmo, demora em torno de três horas e meia, saimos de manhãzinha, chegamos na hora do almoço, logo após ao almoço tinhamos já o passeio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Passamos a tarde por lá e voltamos a noitinha.
Na manhã seguinda fizemos o delicioso passeio de bóia cross pelo Rio Formiga, com o S. Ademar (adeturturismo-ma@hotmail.com), o qual com certeza indicamos!
Almoçamos no restaurante Bambaê, a beira do Rio Preguiça, que era do nossa pousada, a Encantes do Nordeste, e de barco seguimos em direção a Caburé, passando pelos pequenos lençóis, Mandacaru. Dormimos em Caburé, nós e o vento...
Na manhã seguinte, em 4x4 pela praia uma boa parte, seguimos a Parnaíba/PI. A tarde fizemos passeio de barco pelo Delta. Lá dormirmos na Pousada dos Ventos. De lá mais algumas horas na manhã seguinte pela estrada de asfalto até Camocin, atravessamos o Rio de Balsa, e em outro 4x4 seguimos até Jeri, pelas dunas e praias.
Jeri, uma delícia a parte, ficamos por dois dias, na pousada Casa de Areia, charmosésima, e seguimos via praia até Fortaleza.
O total dá sete dias, ideal seriam uns dez pra descansar mais um poquinho nas cidades, mas foi tudo na medida e cronometrado pela equipe contratada pela Natur Turismo.
Vou tentar postar cada um dos lugares em outros posts, para conseguirem ter uma idéia melhor.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O paraíso bem ali pertinho

Passeando por Balneário Camboriú-SC para aproveitar um fim de semana ou feriado, não deixe de conhecer o passeio de bondinho do parque Unipraias. Pra quem conhece o Pão de Açúcar no RJ a tendência é torcer o nariz. Mas o passeio vale a pena, pra quem quer mais do que praia! A vista é maravilhosa!!

O parque tem 85 mil metros quadrados e além a vista panorâmica dos bondinhos e das respectivas paradas, tem também atividades de arvorismo e trilha para os mais aventureiros.
Adultos pagam R$ 30 e crianças R$ 15. Vale cada centavo. A atividade de arvorismo é paga a parte...nesta não tive coragem de me aventurar...
Funciona de quarta a domingo das 9 às 18. Recomendo o horário próximo do meio-dia. A vista tende a ser mais bonita e obviamente ensolarada.


Mais informações www.unipraias.com.br

sábado, 25 de abril de 2009

Paraty - ainda um sonho


Paraty, mesmo depois da febre da novela das oito, continua maravilhosa, fora de temporada então, é um destino a se repetir sempre. A cidade charmosa como sempre, em sua volta traz as praias mais incríveis e o mar a se explorar, o que recomendo seja feito de barco, de preferência velejando (alugar um laser e sair by yourselves pelo mar...). Caso não tenha interesse e habilidade para velejar pode alugar qualquer barqueiro que o levará a passear pela bahia linda de onde se vê a cidade melancólica ao longe. Pousadas não faltam, de todos os tipos, para todos os gostos e bolsos, a minha preferida ainda é a Arte urquijo (diárias entre R$ 310 e 390), que fica ao lado de um dos restaurantes mais interessantes da cidade. Aliás, comer em Paraty é um rito exploratório muito interessante, mas há sem dúvida,destinos gastronômicos imperdíveis. O Thai Brasil é, como o nome já diz, um restaurante de comida thailandesa, realmente de raiz, embora seja de propriedade de mãe e filha alemãs, que moraram na Thailandia.
Os temperos trazidos da Àsia e cultivados por Marina realçam os sabores excêntricos da comida muito bem preparada (pratos entre R$ 25-60). Vale a pena conferir também os drinques!



Outro restaurante com já certa fama e estrelas, é o Porto Entreposto Cultural: Tel: (24) 3371-1058. Rua do Comércio, 14. Centro - Paraty - RJ - CEP: 23970-000 , com um cardápio elegante, satisfaz mesmo os mais exigentes. Preços condizentes com as ofertas, nada exorbitante como pudemos encontrar no restaurante do Le Gite d'Indaiatiba.
Muito interessante, se estiver de carro, é ir até a comunidade hare krishna Goura Vidrávana, há uns 18 KM de Paraty, na Serra da Bocaina, região de Graúna. Lá há uma pousada simpática, principalmente ao mais adeptos as questões espirituais. A dona da pousada chamada Recanto Goura Narasimgha cultiva um herbário e produz óleos corporais, sabonetes, cremes, etc. A pousada funciona em pensão completa, com comida lacto-vegetariana e várias atividades, mas vá com a cabeça preparada para o não material e a diversidade, nem o ôfuro, nem a sauna tem nada a ver com a que conhecemos usualmente.
Antes de ir, cometa todos os pecados materiais, com horas de passeio pelo comércio da cidade..


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